domingo, 14 de julho de 2013

Metodologia da aula

INTRODUÇÃO


Pretendemos com a aula possibilitar que os alunos desenvolvam o raciocínio lógico necessário para solucionar problemas e entender mecanismos cujo funcionamento se baseia no uso prático da teoria apresentada.
Para atingir os objetivos propostos com a aula, faremos a exposição da teoria juntamente com exemplos que facilitem sua compreensão, um experimento que contribua para a visualização da teoria exposta, além da resolução de exercícios sobre o tema.
A realização de experimentos como mecanismos de aprendizagem é defendida por Carvalho (1998):

 “Por meio do trabalho prático, o aluno descobre novos conhecimentos. A principal função das experiências é com a ajuda do professore e a partir das hipóteses e conhecimentos anteriores, ampliar o conhecimento do aluno sobre fenômenos naturais e fazer com que ele as relacione com sua maneira de ver o mundo.” (Carvalho ET al., 1998, p.20).

Carvalho (1998) defende que o experimento sucedido pela resolução de problemas seja adotado como mecanismo de ensino:

“A resolução de um problema, pela experimentação deve envolver também reflexão, relatos, discussões, ponderações e explicações – características de uma investigação científica.” (Carvalho ET al., 1998, p.21)



METODOLOGIA


            De inicio será feita a exposição teórica dos conceitos, por meio de slides, utilizando exemplos que relacionem a teoria ao dia a dia dos alunos.
Antônio (2010) defende o uso dos slides:


 Os alunos atuais precisam ter contato com essa tecnologia para se capacitarem melhor para o mundo do trabalho ou para o prosseguimento de seus estudos em níveis superiores, onde as apresentações de slides digitais são muito comuns.” (Antônio,2010)   

Posterior a esta introdução teórica, realizar-se-á um experimento prático. Nesta parte da aula os alunos serão separados em grupos numericamente equivalentes. Cada grupo receberá um roteiro prático e o material a ser utilizado na realização do experimento.
            Após a realização do experimento serão propostas algumas questões referentes ao conteúdo da aula. As questões deverão ser respondidas individualmente e os alunos contarão com o auxílio do professor para solucionar as duvidas que possam surgir.
Em seguida haverá um momento para que toda a classe troque ideias, fale sobre as conclusões as quais chegou. Guiado pelo professor este bate-papo tem por intento consolidar a relação entre a teoria apresentada e o que foi observado na aula.  Carvalho (1998) defende que este espaço seja aberto aos alunos:

 “No entanto ter resolvido o problema não significa que o problema terminou. Uma coisa é saber fazer, outra é compreender (...). É durante as etapas de reflexão sobre o como e de procura do por que os alunos tem a oportunidade de construir sua compreensão dos fenômenos físicos. E, enquanto contam o que fizeram para o professor e para a classe e descrevem suas ações, vão estabelecendo, em pensamento, as próprias coordenações conceituais, lógico-matemáticas e causais.” (Carvalho ET al., 1998, p.22)
Afirma ainda, que:

“(...) é preciso que os estudantes compartilhem suas ideias com seus pares, tanto em pequenos grupos, como com toda a classe. (...) estimula a aprendizagem, pois a habilidade de argumentação é uma das realizações mais importantes da educação científica. Ao contar aos outros o que pensam sobre um problema, os estudantes elaboram e refinam seus pensamentos e aprofundam sua compreensão.” .” (Carvalho ET al., 1998, p.31)


CONCLUSÃO
        
Adotando esta proposta esperamos que os alunos possam despertar interesse pelo tema. E instigados pelo professor continuem avançando na construção do conhecimento referente ao tema. Pois acreditamos que é papel do professor despertar em seus alunos a vontade de conhecer e para tal o professor deve buscar os recursos adequados.




 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ANTONIO, José Carlos. Uso pedagógico de apresentações de slides digitais, Professor Digital, SBO, 17 jul. 2010.·.
CARVALHO, A. M. P.de. ET al. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico. 1. Ed. São Paulo: Scipione, 1998.

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